Caminho do Itupava

    
    
    
    
    

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TEXTOS
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Véu de Noiva


 

Represa do Véu de Noiva

Barragem véu da noivaUma trilha parte do Itupava descendo em direção ao rio até o início do muro da barragem que é atravessado por uma passarela de concreto sobre os vertedouros, dando acesso à cachoeira do Véu de Noiva e a estação homônima. Esta trilha pode também ser parte do chamado Caminho Velho, abandonado em 1770 com a abertura da passagem pelo Cadeado e parcialmente retomada durante a construção da ferrovia.

Construída no final da década de 1950 passou em 1961 a abastecer a Usina de Marumbi com o desvio de parte das águas do Rio Ipiranga através de dois condutos metálicos vencendo um desnível de 400 metros em apenas três quilômetros.


Cachoeira Véu de Noiva

Cachoeira do Véu da NoivaO caudaloso Rio Ipiranga escorre pelo sangradouro da represa, passa ao lado da Estação Véu de Noiva e cruza a ferrovia sob uma bela ponte metálica para mais adiante se lançar no vazio e produzir uma magnífica cachoeira de 70 metros num abrupto desnível que termina numa grande piscina envolvida permanentemente pela espessa névoa branca no início da Garganta do Diabo.

A ela se referiu o viajante francês Auguste de Saint' Hilaire por ocasião de seu pernoite na floresta: "A direita se levantam picos inacessíveis cobertos de mato; a esquerda árvores gigantescas de um verde sombrio espalhavam sua vasta ramagem; mais abaixo despejava uma torrente, cujo ruído se faz ouvir ao longe".

É facilmente visualizada dos vagões de trens e litorinas que passam a seu lado, mas só pode ser apreciada em todo o seu esplendor das encostas verticais que a cercam.


Estação Véu de Noiva

É de fácil acesso através da passarela de concreto existente sobre o vertedouro no muro da barragem que represa o rio e forma um grande lago.

Construída na cota 683 pelo Coronel Durival de Britto e Silva durante a década de 1940, no lugar antes ocupado pelo posto telegráfico do Ypiranga de 1885. Tomou o nome da magnífica cachoeira do Rio Ipiranga localizada pouco abaixo, seguindo pela linha férrea ou por precárias trilhas na mata.

Encontra-se bem conservada em contraste com as ruínas das casas da vila ferroviária situadas a pouca distância.






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